Recebemos sua mensagem e vamos analisar o que você precisa. Retornamos em até 1 dia útil pelo e-mail ou WhatsApp informado. Se preferir uma resposta mais rápida, chame a gente agora mesmo.
Analisamos cada contribuição do seu histórico profissional para encontrar a estratégia que maximiza seu benefício — com base nos dados reais do seu CNIS e nas cinco regras de transição da Reforma da Previdência.
Sem uma análise técnica individualizada, o segurado decide baseado em informações incompletas. Esses erros são permanentes e acumulam prejuízo por toda a vida.
Existem cinco regras de transição ativas desde a EC 103/2019. O atendente do INSS aplica a que aparece no sistema — não necessariamente a mais vantajosa para o seu caso. A diferença entre a melhor e a pior regra pode chegar a R$ 900 por mês, permanentemente.
Períodos rurais, empregos antigos sem registro digital, atividade especial insalubre e contribuições como autônomo são frequentemente ignorados no CNIS. Cada período esquecido pode representar anos de carência não reconhecidos, atrasando a aposentadoria.
A Regra dos Descartes da EC 103/2019 permite excluir as contribuições mais baixas do cálculo da média salarial, elevando diretamente o valor do benefício. Essa otimização exige cálculo técnico especializado e raramente é realizada espontaneamente pelo INSS.
Requerer a aposentadoria antes do ponto de equilíbrio financeiro significa perda permanente. Sem análise do momento ideal, o segurado frequentemente antecipa o pedido e trava um benefício menor — sem possibilidade de correção posterior.
Quem se aposenta com R$ 500 a menos por mês do que poderia receber acumula uma perda de R$ 6.000 por ano — mais de R$ 120.000 em vinte anos. O planejamento previdenciário não é um custo: é a decisão com maior retorno seguro que existe.
Uma análise jurídica e matemática individualizada — não uma consulta genérica. Cada centavo do seu histórico contributivo é analisado para encontrar o caminho mais vantajoso.
Análise técnica completa do seu CNIS com cálculo pelas 5 regras de transição vigentes, aplicação da Regra dos Descartes, identificação de tempos escondidos e entrega de relatório técnico com a data ideal de requerimento e a maior RMI projetada para o seu caso específico.
Acompanhamento técnico na concessão de todos os tipos de benefício INSS: aposentadorias, auxílio por incapacidade, pensão por morte, salário-maternidade e BPC/LOAS. Da triagem documental à decisão administrativa.
Ver detalhesSe você já recebe benefício, pode estar recebendo menos do que tem direito. Análise de períodos especiais não incluídos, erros no cálculo do INSS, tempo rural e demais teses revisionais aplicáveis ao seu caso.
Ver detalhesTempo de contribuição reduzido conforme o grau de deficiência (LC 142/2013). Análise de elegibilidade, estratégia documental e acompanhamento do requerimento junto ao INSS.
Ver detalhesApós a contratação e confirmação do pagamento via Hotmart, você recebe todas as instruções para extração do seu CNIS completo pelo aplicativo Meu INSS e orientação sobre os documentos necessários para a análise.
Analisamos minuciosamente todos os vínculos empregatícios, contribuições como autônomo, afastamentos, atividades especiais, períodos rurais e inconsistências no CNIS. Identificamos os chamados "tempos escondidos" — períodos não registrados que podem ser reconhecidos e incluídos no cálculo.
Calculamos o valor do benefício pelas cinco modalidades vigentes com aplicação da Regra dos Descartes em cada cenário. Identificamos o ponto de equilíbrio financeiro — o momento a partir do qual esperar mais não compensa financeiramente.
Você recebe o relatório completo com a data ideal de requerimento, a RMI projetada, a memória de cálculo detalhada e o plano de ação para regularizar eventuais pendências. Prazo: até 7 dias úteis após o recebimento completo dos documentos.
Todos os vínculos, contribuições, períodos especiais e inconsistências que impactam o cálculo.
Renda Mensal Inicial calculada com a Regra dos Descartes e o coeficiente mais favorável disponível.
O mês exato em que você deve solicitar o benefício para maximizar o valor recebido.
Documento com memória de cálculo, todos os cenários simulados e plano de ação.
Períodos não registrados no CNIS que podem antecipar a aposentadoria ou elevar o benefício.
Atendimento direto para orientações sobre a implementação da estratégia.
Conheça nossa Análise de Benefício: uma investigação técnica na concessão do seu benefício, feita para identificar erros do INSS e buscar o aumento do valor que você recebe todo mês.
Grande parte dos segurados acredita que, uma vez concedido, o valor do benefício está definitivamente correto e não pode mais ser questionado. Na prática, o INSS processa milhões de concessões todos os anos, e erros no período de cálculo, no reconhecimento de tempo de contribuição ou na aplicação da legislação vigente são consideravelmente mais comuns do que se imagina.
A Análise de Benefício é exatamente isso: uma investigação técnica aprofundada sobre a concessão do seu benefício, feita para identificar inconsistências que podem estar reduzindo o valor mensal que você recebe. Quando encontramos uma dessas situações, avaliamos a viabilidade de uma revisão administrativa ou judicial para corrigir o cálculo, com efeitos retroativos quando aplicável. Ou seja, não é só o valor futuro que pode aumentar, as diferenças dos últimos meses ou anos também podem ser cobradas.
Erros mais recorrentes que identificamos na prática: salários de contribuição lançados a menor ou zerados no CNIS, tempo de contribuição comprovadamente exercido mas nunca averbado, aplicação de regra de cálculo desatualizada, e desconsideração de períodos que, por lei, deveriam compor o tempo de serviço do segurado.
Atenção ao prazo: em regra, o direito de solicitar a revisão de um benefício decai em 10 anos, contados a partir do recebimento da primeira parcela (art. 103 da Lei 8.213/91). Passado esse prazo, a revisão pode não ser mais possível. Existem exceções relevantes a essa regra, por isso a única forma segura de saber se o seu caso ainda está dentro do prazo é através de uma análise técnica. Quanto antes a análise for feita, maior a chance de aproveitar integralmente o direito.
Reconhecimento de vínculo, tempo ou salário em ação trabalhista após a concessão pode não ter sido refletido no cálculo do INSS.
Quando a Justiça do Trabalho reconhece um vínculo empregatício, corrige um salário registrado a menor, ou declara um período de trabalho que não constava na Carteira de Trabalho, essa decisão pode impactar diretamente o tempo de contribuição e a média salarial usados no cálculo da sua aposentadoria. Se você teve uma ação trabalhista julgada procedente antes ou depois da concessão do seu benefício e nunca comunicou isso ao INSS para fins de recálculo, é provável que esteja recebendo menos do que teria direito.
O PBC é a base de todo o cálculo do seu benefício. Salários divergentes ou tempo não reconhecido aqui afetam diretamente o valor final.
O Período Básico de Cálculo reúne todos os salários de contribuição usados para apurar a média que define o valor do seu benefício. É também o campo com maior incidência de erros: salários lançados a menor no CNIS, contribuições registradas com valor zerado por falha do empregador ou do sistema, competências totalmente ausentes do extrato, e até tempo de contribuição comprovadamente exercido mas nunca averbado. Cada uma dessas falhas reduz artificialmente a média salarial e, consequentemente, o valor mensal do benefício.
Quem contribuiu em mais de um vínculo ao mesmo tempo pode ter direito a um cálculo diferenciado, nem sempre aplicado corretamente.
Quando o segurado exerce, ao mesmo tempo, mais de uma atividade que gera contribuição previdenciária, como dois empregos ou um emprego somado a uma atividade autônoma, a legislação prevê regras específicas de somatório dos salários de contribuição para fins de cálculo do benefício. O INSS frequentemente aplica essas regras de forma incorreta ou simplesmente ignora um dos vínculos concomitantes, resultando em uma RMI menor do que a devida.
O auxílio-acidente recebido antes da aposentadoria deve, em regra, integrar o cálculo do benefício definitivo, o que nem sempre acontece.
O auxílio-acidente é um benefício de natureza indenizatória, pago ao segurado que sofre redução da capacidade para o trabalho em razão de acidente. Quando esse benefício foi recebido em período anterior à aposentadoria, seu valor pode integrar a base de cálculo do benefício definitivo, aumentando a RMI final. É comum o INSS conceder a aposentadoria sem considerar esse histórico, especialmente quando o auxílio-acidente foi recebido há muitos anos ou por um período curto.
Afastamentos por auxílio-doença entre vínculos de trabalho podem contar como tempo de contribuição e influenciar a média salarial.
Quando o segurado recebe auxílio por incapacidade temporária entre dois períodos de contribuição, os chamados períodos intercalados, a legislação prevê o cômputo desse tempo e, em certas condições, a inclusão do valor do benefício na apuração da média salarial. Esse tipo de situação é frequentemente ignorado no cálculo original, principalmente quando os afastamentos foram curtos ou aconteceram há muito tempo, mas o efeito acumulado pode ser relevante para o valor final.
Tempo de exposição a agentes nocivos anterior à Reforma da Previdência segue regras próprias, muitas vezes não aplicadas corretamente.
Períodos de atividade especial exercidos antes da Emenda Constitucional 103/2019 seguem regras de comprovação e conversão diferentes das aplicáveis a períodos posteriores. É comum que o INSS deixe de reconhecer tempo especial pré-reforma por exigir documentação nos moldes das regras atuais, mesmo quando a comprovação da época, como formulários antigos, laudos periciais retroativos e PPP, já seria suficiente pelas regras vigentes ao tempo da exposição. Essa é uma das teses mais técnicas e mais frequentemente mal avaliadas pelo próprio INSS.
Quando a Data de Início da Doença ou da Incapacidade é anterior à Reforma, a regra de cálculo aplicada pode estar equivocada.
A conversão de auxílio-doença em aposentadoria por incapacidade permanente, a antiga aposentadoria por invalidez, segue regras de cálculo que dependem, entre outros fatores, da Data de Início da Doença (DID) e da Data de Início da Incapacidade (DII). Quando essas datas são anteriores à Emenda Constitucional 103/2019, mesmo que a conversão em aposentadoria tenha ocorrido depois da reforma, pode ser aplicável uma regra de cálculo mais vantajosa do que a utilizada pelo INSS. Essa distinção temporal é frequentemente ignorada na concessão administrativa.
A lei garante à pessoa com deficiência o descarte dos 20% menores salários no cálculo, regra que o INSS frequentemente deixa de aplicar.
A Lei Complementar 142/2013, que rege a aposentadoria da pessoa com deficiência, prevê expressamente o direito ao descarte das contribuições correspondentes aos 20% menores salários de todo o período contributivo, o que eleva a média salarial e, consequentemente, o valor do benefício. Na prática, identificamos com frequência que o INSS concede a aposentadoria PcD sem aplicar esse descarte, calculando a RMI sobre a média bruta de todo o período. Essa omissão pode representar uma diferença significativa e mensal no valor recebido.
Períodos de atividade rural, mesmo sem registro formal, podem ser reconhecidos e incorporados ao tempo de contribuição.
O trabalhador rural que exerceu atividade em regime de economia familiar ou como boia-fria, mesmo sem carteira assinada ou contribuições formais, pode comprovar esse período por meio de início de prova material, como documentos e certidões, somado à prova testemunhal. Quando esse tempo não foi incluído no cálculo original do benefício, seja porque o segurado não sabia que tinha esse direito, seja porque a documentação não foi apresentada corretamente, a inclusão retroativa pode aumentar o tempo de contribuição reconhecido e, consequentemente, o valor da aposentadoria.
Se alguma dessas situações parece com a sua, ou você simplesmente não sabe se o valor do seu benefício está correto, comece agora ou fale com a gente antes de decidir.
Além do planejamento estratégico, atuamos em toda a jornada previdenciária — da concessão à revisão, da incapacidade ao LOAS.
Análise e acompanhamento de todos os tipos de aposentadoria no RGPS e RPPS, com estratégia individualizada para cada perfil contributivo.
A aposentadoria é o momento em que o trabalhador passa a receber uma renda mensal do INSS ou do regime próprio depois de cumprir os requisitos de idade e/ou tempo de contribuição. Desde a Reforma da Previdência de 2019, existem regras diferentes dependendo de quando você começou a contribuir e da sua idade atual — por isso, duas pessoas com históricos parecidos podem ter direito a valores bem diferentes. Analisamos qual modalidade se aplica ao seu caso, incluindo situações especiais como atividade insalubre, magistério, servidores públicos e a condição de pessoa com deficiência, para garantir que você não escolha a opção que menos favorece o seu benefício.
Se você já recebe um benefício, pode estar recebendo menos do que tem direito. Analisamos o histórico de cálculo do INSS para identificar erros e teses revisionais aplicáveis.
Muita gente acredita que, uma vez concedida, a aposentadoria não pode mais mudar. Isso não é verdade. Se o INSS deixou de considerar um período especial, cometeu um erro no cálculo da média salarial, ou se você teve uma ação trabalhista reconhecida depois da concessão do benefício, é possível pedir a revisão do valor. Um caso frequente e pouco conhecido é o do segurado que teve um impedimento de longo prazo — superior a 2 anos — por doença ou limitação, o que pode caracterizar a condição de pessoa com deficiência para fins previdenciários e mudar completamente a regra aplicável ao seu benefício. Analisamos o histórico completo para identificar se alguma dessas situações se aplica ao seu caso, com potencial de aumento no valor mensal e pagamento retroativo.
Defesa técnica nos pedidos e recursos de benefícios relacionados à incapacidade laboral, com análise da documentação médica e da carência contributiva.
Quando uma doença ou acidente impede o trabalhador de exercer sua atividade profissional, o INSS pode conceder um benefício por incapacidade — temporário ou permanente, dependendo da gravidade e da possibilidade de recuperação. O maior desafio nesses casos costuma ser a perícia médica do INSS, que muitas vezes nega o benefício por avaliar mal a real condição do segurado, ou cessa o pagamento antes da recuperação efetiva. Atuamos tanto na solicitação inicial quanto nos recursos contra decisões injustas, reunindo a documentação médica necessária para comprovar a incapacidade perante o INSS ou, quando preciso, perante a Justiça Federal.
O Benefício de Prestação Continuada é um direito da PcD e do idoso em situação de vulnerabilidade — mas sua concessão exige comprovação técnica específica.
O Benefício de Prestação Continuada garante um salário mínimo mensal para idosos a partir de 65 anos ou pessoas com deficiência que vivem em situação de baixa renda — mesmo sem nunca terem contribuído para o INSS. Diferente da aposentadoria, o BPC não exige tempo de contribuição, mas exige comprovação de que a renda familiar por pessoa é baixa e, no caso de PcD, um laudo médico detalhado sobre o grau de deficiência. É comum o INSS negar o benefício por avaliar mal a miserabilidade ou a deficiência — e é justamente nesses casos que a atuação técnica faz diferença para reverter a negativa administrativa ou judicialmente.
A Lei Complementar 142/2013 garante aposentadoria com tempo de contribuição reduzido para a Pessoa com Deficiência. A comprovação exige acompanhamento especializado.
A pessoa com deficiência tem direito a se aposentar com um tempo de contribuição bem menor do que o exigido das demais pessoas — a redução pode chegar a até 10 anos, dependendo do grau da deficiência (leve, moderada ou grave). O grande desafio dessa modalidade é a comprovação técnica: é preciso reunir laudos médicos e, muitas vezes, passar por avaliação social e biopsicossocial do INSS, além de comprovar que a deficiência esteve presente durante os períodos de contribuição alegados. Conduzimos todo esse processo de forma organizada, desde a análise inicial de elegibilidade até o acompanhamento da perícia.
Cobertura de situações previdenciárias que exigem análise técnica e estratégia de defesa junto ao INSS, Tribunal Regional Federal ou STJ.
Além dos benefícios mais conhecidos, a legislação previdenciária cobre diversas outras situações que costumam passar despercebidas: pensão para dependentes em caso de falecimento do segurado, salário-maternidade para gestantes — incluindo autônomas e MEIs, reconhecimento de tempo de trabalho rural mesmo sem registro formal em carteira, tempo de serviço militar, e até acordos internacionais para quem trabalhou em outros países e quer somar esse tempo à aposentadoria brasileira. Se o seu caso não se encaixa exatamente nas categorias anteriores, há uma boa chance de existir um direito aplicável — vale a pena consultar.
Advogado especialista em Direito Previdenciário, inscrito na OAB/MG sob o n.º 179.562 e graduado em Direito pela PUC Minas — uma das mais sólidas instituições jurídicas do país. Com mais de uma década de atuação exclusiva na área previdenciária, construiu uma metodologia de análise que conecta fatos concretos, provas documentais, legislação vigente e precedentes consolidados no STJ e no STF.
Minha convicção é que o planejamento previdenciário bem feito é um instrumento de justiça. Cada segurado merece saber o valor máximo a que tem direito — não o que o sistema entrega por padrão. Por isso, o atendimento é conduzido de forma personalizada e humanizada, com precisão técnica e clareza total sobre os próximos passos, para clientes em todo o Brasil.
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A aposentadoria é permanente — e o valor do benefício também. Uma análise técnica antes do requerimento é o único momento em que essa decisão ainda pode ser otimizada.